A PARTILHA acolheu com enorme satisfação, uma equipa da PSP da Esquadra de Alfragide-Buraca, que aqui realizou mais uma Acção de Sensibilização sobre o tema da SEGURANÇA DE PESSOAS E BENS.
Visando esclarecer e alertar todos, a população "Sénior" do Bairro do Zambujal foi alvo de grande enfoque, por motivos óbvios.
A PARTILHA, pela "voz" escrita da sua presidente, Felicidade Nunes, endereça o seu BEM HAJA à PSP, particularmente à Esquadra de Alfragide-Buraca e aos seus membros que preparam e realizaram esta Acção de Sensibilização, com elevado profissionalismo, simpatia e dedicação.
BEM HAJAM !!!
e VOLTEM SEMPRE.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
LANCHE DE NATAL
No período de NATAL, a PARTILHA organizou um animadíssimo Lanche para crianças e jovens, dedicado aos grupos de dança cigana e africana, bem como ao grupo de futebol.
Ora vejam:
Ora vejam:
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
JANTAR DE NATAL "A PARTILHA"
O Jantar de Natal de 2008 antecipou-se. Foi no dia 13 de Dezembro que mais de 50 moradores do Bairro do Zambujal se juntaram para partilhar boa comida, boa companhia, muita amizade e boa-disposição.
Avaliem pelas fotos!
Avaliem pelas fotos!
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
CAMINHADA PELA SAÚDE e PICNIC
Os dias 10 e 11 de Outubro foram muito animados e de salutar convívio para os moradores do bairro do Zambujal!
Houve a CAMINHADA PELA SAÚDE e também o PICNIC de A PARTILHA.
Como se pode ver pelas fotos, alegria e boa disposição, "SEMPRE PRESENTES".
Houve a CAMINHADA PELA SAÚDE e também o PICNIC de A PARTILHA.
Como se pode ver pelas fotos, alegria e boa disposição, "SEMPRE PRESENTES".
ACÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO DA PSP
Houve grande afluência de moradores do Bairro do Zambujal para assistir a uma acção de aconselhamento e sensibilização sobre o tema SEGURANÇA DOS CIDADÃOS, que a PSP recentemente organizou.
A PARTILHA foi um dos interlocutores entre os moradores e a PSP, tornando assim mais ágil e fácil esse contacto para que os moradores tomassem conhecimento desta acção e, em grande número, dela participassem como se pode ver pelas imagens.
A PARTILHA foi um dos interlocutores entre os moradores e a PSP, tornando assim mais ágil e fácil esse contacto para que os moradores tomassem conhecimento desta acção e, em grande número, dela participassem como se pode ver pelas imagens.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
RECICLA ZAMBUJAL - ECOFASHION
Houve festa rija no Zambujal!
Organizada pela Comissão Social da Freguesia da Buraca em colaboração com os parceiros sociais: A PARTILHA, CESIS e CooperActiva, Pastoral dos Ciganos, Junta de Freguesia da Buraca e IAP-Instituto de Apoio à Criança.
Saias, vestidos, malas, colares e até vestido de noiva!
Tudo feito com materiais reciclados e recicláveis:
- jornais em tirinhas cosidos a redes de sacos de batatas;
- pacotes de leite transformados em belas malas;
- carrinhos de linhas e flores de papel colorido.
Houve grande desfile na passerelle e muita música e animação com os grupos:
- As Ritanas;
- Rancho folclórico da Buraca;
- Afrodance;
- Os Espretalhões.
Muito trabalho de preparação, muito entusiasmo, muita alegria e muita Partilha !!!
sexta-feira, 18 de julho de 2008
ZAMBUJAL MELHORA !!!


Notícia do Jornal da Região 30 Julho 2008
O projecto “Zambujal Melhora”, apresentado recentemente pela Câmara da Amadora que pretende, com o apoio de outras entidades como o IHRU (Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana), requalificar aquele bairro da freguesia da Buraca, vai ser apoiado financeiramente por fundos comunitários.
Este projecto, e o plano "Almada Poente-Requalificação de uma nova centralidade", foi contemplado com um total de dez milhões de euros, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), cujos contratos foram assinados na última semana.
“Zambujal Melhora” é o nome do projecto elaborado pela Câmara e pelo IHRU que, em três anos, de 2009 a 2011, “vai mudar radicalmente a imagem do bairro”, explicou ao JR Carla Tavares, vereadora responsável pelo pelouro da Habitação Social na câmara, na altura da candidatura.
Trata-se de um programa constituído por três eixos: habitação, ambiente e espaço público e desenvolvimento social e económico.
No eixo respeitante à habitação estão previstas acções como a recuperação e melhoramento “dos invólucros exteriores e espaços comuns dos edifícios”, pode ler-se na proposta. Um trabalho que tem o seu peso num bairro cujo núcleo central é composto por 1100 habitações, das quais mil são geridas pelo IHRU e as restantes pela câmara.
Todavia, o eixo estratégico que assume uma maior importância é, sem dúvida, o do ambiente e espaço público, onde estão previstas algumas das intervenções que vão permitir “rasgar” o bairro.
Aqui está contemplado um projecto apelidado de “Caminhos do Zambujal”, onde se pretende “criar ligações pedonais e viárias no bairro por forma a estabelecer uma rede de percursos que garanta a vivência entre os moradores”, reforça Carla Tavares.
Neste campo, está ainda prevista a limpeza das margens da Ribeira de Algés, a criação de uma horta comunitária e a reconversão dos dois campos
polidesportivos.
O projecto “Zambujal Melhora”, apresentado recentemente pela Câmara da Amadora que pretende, com o apoio de outras entidades como o IHRU (Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana), requalificar aquele bairro da freguesia da Buraca, vai ser apoiado financeiramente por fundos comunitários.
Este projecto, e o plano "Almada Poente-Requalificação de uma nova centralidade", foi contemplado com um total de dez milhões de euros, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), cujos contratos foram assinados na última semana.
“Zambujal Melhora” é o nome do projecto elaborado pela Câmara e pelo IHRU que, em três anos, de 2009 a 2011, “vai mudar radicalmente a imagem do bairro”, explicou ao JR Carla Tavares, vereadora responsável pelo pelouro da Habitação Social na câmara, na altura da candidatura.
Trata-se de um programa constituído por três eixos: habitação, ambiente e espaço público e desenvolvimento social e económico.
No eixo respeitante à habitação estão previstas acções como a recuperação e melhoramento “dos invólucros exteriores e espaços comuns dos edifícios”, pode ler-se na proposta. Um trabalho que tem o seu peso num bairro cujo núcleo central é composto por 1100 habitações, das quais mil são geridas pelo IHRU e as restantes pela câmara.
Todavia, o eixo estratégico que assume uma maior importância é, sem dúvida, o do ambiente e espaço público, onde estão previstas algumas das intervenções que vão permitir “rasgar” o bairro.
Aqui está contemplado um projecto apelidado de “Caminhos do Zambujal”, onde se pretende “criar ligações pedonais e viárias no bairro por forma a estabelecer uma rede de percursos que garanta a vivência entre os moradores”, reforça Carla Tavares.
Neste campo, está ainda prevista a limpeza das margens da Ribeira de Algés, a criação de uma horta comunitária e a reconversão dos dois campos
polidesportivos.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
AMADORA – PROJECTO PIONEIRO EM INTEGRAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL

Muitos nunca tinham visto um violino ou um contrabaixo, mas tinham o sonho de aprender música.
Hoje, trinta miúdos da Amadora já sabem as notas e tocam em uníssono na Orquestra Geração, projecto de inclusão social que pretende despertar em Portugal o espírito da orquestra venezuelana Simón Bolívar.
A orquestra é dirigida pelo maestro Juan Carlos Majorani, um jovem venezuelano que integrou o Sistema Nacional de Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela, o mítico projecto venezuelano fundado em 1975 - com a criação da Sinfónica Simón Bolívar - dedicado à recuperação "de grupos vulneráveis".
"Eu sou fruto da orquestra da Venezuela. Participei na orquestra infantil de Caracas, na orquestra Simon Bolívar e depois vim para Portugal, onde tirei a licenciatura e toquei na Orquestra Metropolitana de Lisboa", contou o jovem maestro à Lusa enquanto preparava um ensaio na Escola Básica Miguel Torga, na Amadora. Juan Carlos Majorani fala com orgulho do projecto - apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, pela Câmara da Amadora, pela Fundação EDP e pela Escola de Música do Conservatório Nacional - e dos alunos que ensaia quatro vezes por semana, desde Novembro.
A cada dia que passa, diz, estão mais afinados nos instrumentos e na vida. "É um projecto gratuito para os mais necessitados", começou por explicar o maestro, adiantando que o objectivo é criar "uma prática colectiva de orquestra e levá-la à comunidade e aos bairros sociais". Por outro lado, salientou, é dar a oportunidade aos miúdos de conhecerem um instrumento musical, participar numa orquestra - por definição uma tarefa que exige disciplina - e proporcionar-lhe "uma relação muito próxima com a música", que lhes era desconhecida.
"Nem conheciam os instrumentos musicais", frisou o maestro, que se orgulha de ter começado com 10 alunos e de hoje já serem mais de 30 na Amadora. "Agora é de uma minoria para uma minoria, mas nós queremos que seja de uma minoria para uma maioria", sublinhou Juan Carlos, que quer estender o projecto a todo o país. Alheios à essência do projecto, os jovens querem mesmo é aprender música e fazer dela o seu futuro, conforme disseram à Lusa.
Neuza, com 15 anos, é a mais "velha" da orquestra. Escolheu o contrabaixo e está orgulhosa do que conseguiu aprender em apenas três meses. "Desde pequena sempre quis tocar ou cantar, tive esta oportunidade e agarrei-a", disse a jovem à Lusa, contando que a aprendizagem foi "muito fácil". Olhando para os colegas, a jovem comenta que "estão a lutar pelo seu futuro", tal como ela. "É bom vê-los empenhados a tocar.
Vê-se a diferença de dia para dia", comentou Neuza, que já tinha tido aulas de canto e flauta. O gosto pela música é visto com desconfiança pelos amigos do seu bairro, que consideram "uma grande seca" estar a aprender a tocar e a ter formação musical. Neuza não pensa assim. Pelo contrário, diz que "é muito fixe" e até já conseguiu levar dois amigos para a orquestra para tocarem contrabaixo e assim evitar que passem muito tempo na rua ou a ver televisão. O gosto pela música fez com que a jovem esquecesse um bocadinho a escola. As notas baixaram, mas depois de uma conversa com a professora de música Sandra Martins os testes já começaram a melhorar. "A Neuza apaixonou-se pelo contrabaixo e é um caso fantástico de aprendizagem.
Prevejo um futuro musical na sua vida", disse à Lusa a professora, que está "fascinada" com este projecto de inclusão social. "Digo a todos os meus colegas de trabalho que foi o melhor que me podiam ter dado a nível de ensino. É um projecto fascinante", sustentou a professora de viola. Sandra Martins diz que no início da formação da orquestra "foi muito complicado". "As crianças não faziam ideia do que era a música. Quando lhes demos os instrumentos, perguntaram o que vamos fazer", mas depois foi "incrível a forma como aceitaram o projecto e, em meio ano, fez-se um milagre", acrescentou. As crianças souberam do projecto pelos professores da escola Miguel Torga e os que quiseram participaram fizeram um pequeno teste para avaliar a sua capacidade auditiva e escolher o instrumento que iriam tocar. "Estava indecisa entre a viola de arco e o violoncelo, mas acabei por escolher o violoncelo porque é muito bonito e estava nos sons intermédios, nem muito agudos, nem muito graves", disse Ana, 12 anos, enquanto acomodava o instrumento musical no seu corpo franzino. Rafaela, 15 anos, preferiu o contrabaixo, apesar do início o ter achado "um bocado estranho, porque era muito grande". "Gostei de aprender, apesar de ter sido um bocado difícil", adiantou Rafaela, que já fez "novos amigos" na orquestra. Rute, 13 anos, sempre quis tocar violino. Apesar de os amigos considerarem estranho o seu gosto por música clássica, a jovem já consegue ir dominando um dos instrumentos mais exigentes do mundo.
A grande estreia da orquestra vai ser no Teatro São Luiz, em Lisboa, no dia 18 de Junho, e os pequenos músicos já sentem um friozinho na barriga, mas estão crentes de que tudo vai correr bem. "Estou nervosa para a estreia, mas tenho treinado muito para fazer boa figura", disse Rute cheia de convicção.
A orquestra está dividida em dois pólos: na Amadora e em Vialonga e, ao todo, já são mais de 100 alunos.
(Lusa)
Hoje, trinta miúdos da Amadora já sabem as notas e tocam em uníssono na Orquestra Geração, projecto de inclusão social que pretende despertar em Portugal o espírito da orquestra venezuelana Simón Bolívar.
A orquestra é dirigida pelo maestro Juan Carlos Majorani, um jovem venezuelano que integrou o Sistema Nacional de Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela, o mítico projecto venezuelano fundado em 1975 - com a criação da Sinfónica Simón Bolívar - dedicado à recuperação "de grupos vulneráveis".
"Eu sou fruto da orquestra da Venezuela. Participei na orquestra infantil de Caracas, na orquestra Simon Bolívar e depois vim para Portugal, onde tirei a licenciatura e toquei na Orquestra Metropolitana de Lisboa", contou o jovem maestro à Lusa enquanto preparava um ensaio na Escola Básica Miguel Torga, na Amadora. Juan Carlos Majorani fala com orgulho do projecto - apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, pela Câmara da Amadora, pela Fundação EDP e pela Escola de Música do Conservatório Nacional - e dos alunos que ensaia quatro vezes por semana, desde Novembro.
A cada dia que passa, diz, estão mais afinados nos instrumentos e na vida. "É um projecto gratuito para os mais necessitados", começou por explicar o maestro, adiantando que o objectivo é criar "uma prática colectiva de orquestra e levá-la à comunidade e aos bairros sociais". Por outro lado, salientou, é dar a oportunidade aos miúdos de conhecerem um instrumento musical, participar numa orquestra - por definição uma tarefa que exige disciplina - e proporcionar-lhe "uma relação muito próxima com a música", que lhes era desconhecida.
"Nem conheciam os instrumentos musicais", frisou o maestro, que se orgulha de ter começado com 10 alunos e de hoje já serem mais de 30 na Amadora. "Agora é de uma minoria para uma minoria, mas nós queremos que seja de uma minoria para uma maioria", sublinhou Juan Carlos, que quer estender o projecto a todo o país. Alheios à essência do projecto, os jovens querem mesmo é aprender música e fazer dela o seu futuro, conforme disseram à Lusa.
Neuza, com 15 anos, é a mais "velha" da orquestra. Escolheu o contrabaixo e está orgulhosa do que conseguiu aprender em apenas três meses. "Desde pequena sempre quis tocar ou cantar, tive esta oportunidade e agarrei-a", disse a jovem à Lusa, contando que a aprendizagem foi "muito fácil". Olhando para os colegas, a jovem comenta que "estão a lutar pelo seu futuro", tal como ela. "É bom vê-los empenhados a tocar.
Vê-se a diferença de dia para dia", comentou Neuza, que já tinha tido aulas de canto e flauta. O gosto pela música é visto com desconfiança pelos amigos do seu bairro, que consideram "uma grande seca" estar a aprender a tocar e a ter formação musical. Neuza não pensa assim. Pelo contrário, diz que "é muito fixe" e até já conseguiu levar dois amigos para a orquestra para tocarem contrabaixo e assim evitar que passem muito tempo na rua ou a ver televisão. O gosto pela música fez com que a jovem esquecesse um bocadinho a escola. As notas baixaram, mas depois de uma conversa com a professora de música Sandra Martins os testes já começaram a melhorar. "A Neuza apaixonou-se pelo contrabaixo e é um caso fantástico de aprendizagem.
Prevejo um futuro musical na sua vida", disse à Lusa a professora, que está "fascinada" com este projecto de inclusão social. "Digo a todos os meus colegas de trabalho que foi o melhor que me podiam ter dado a nível de ensino. É um projecto fascinante", sustentou a professora de viola. Sandra Martins diz que no início da formação da orquestra "foi muito complicado". "As crianças não faziam ideia do que era a música. Quando lhes demos os instrumentos, perguntaram o que vamos fazer", mas depois foi "incrível a forma como aceitaram o projecto e, em meio ano, fez-se um milagre", acrescentou. As crianças souberam do projecto pelos professores da escola Miguel Torga e os que quiseram participaram fizeram um pequeno teste para avaliar a sua capacidade auditiva e escolher o instrumento que iriam tocar. "Estava indecisa entre a viola de arco e o violoncelo, mas acabei por escolher o violoncelo porque é muito bonito e estava nos sons intermédios, nem muito agudos, nem muito graves", disse Ana, 12 anos, enquanto acomodava o instrumento musical no seu corpo franzino. Rafaela, 15 anos, preferiu o contrabaixo, apesar do início o ter achado "um bocado estranho, porque era muito grande". "Gostei de aprender, apesar de ter sido um bocado difícil", adiantou Rafaela, que já fez "novos amigos" na orquestra. Rute, 13 anos, sempre quis tocar violino. Apesar de os amigos considerarem estranho o seu gosto por música clássica, a jovem já consegue ir dominando um dos instrumentos mais exigentes do mundo.
A grande estreia da orquestra vai ser no Teatro São Luiz, em Lisboa, no dia 18 de Junho, e os pequenos músicos já sentem um friozinho na barriga, mas estão crentes de que tudo vai correr bem. "Estou nervosa para a estreia, mas tenho treinado muito para fazer boa figura", disse Rute cheia de convicção.
A orquestra está dividida em dois pólos: na Amadora e em Vialonga e, ao todo, já são mais de 100 alunos.
(Lusa)
domingo, 18 de maio de 2008
ZAMBUJAL - REABILITAÇÃO URBANA
O Executivo Municipal aprovou a minuta do protocolo de parceria, a celebrar com o Instituto de Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), para o estabelecimento de um programa de reabilitação e desenvolvimento integrado para a Zona do PIZ – Plano Integrado do Zambujal, cujo investimento global está estimado em € 7.113.233,00 (sete milhões, cento e treze mil duzentos e trinta e três euros).
Estas duas entidades visam colaborar no sentido de desenvolverem uma operação de regeneração urbana que consagre uma visão integrada e coerente daquele espaço, amplie a oferta de equipamentos e fomente uma qualificação do ambiente urbano e dos factores da qualidade de vida da população.
Para o estabelecimento do Programa de Acção “Zambujal Melhora”, a Autarquia aprovou ainda a minuta do protocolo de parceria local, a estabelecer com o IHRU e a Escola Intercultural das Profissões e do Desporto, E.M., que define os termos da execução, gestão, controlo e promoção daquele Programa, que é constituído por três eixos: habitação, ambiente e espaço público, e desenvolvimento social e económico.
O Programa “Zambujal Melhora” tem como objectivos promover a reabilitação dos edifícios habitacionais, de forma a repor as condições de habitabilidade e melhorar os níveis de conforto; melhorar a qualidade ambiental do bairro, através da criação de uma estrutura verde; melhorar o ambiente urbano, reordenando-o, melhorando as acessibilidades e a mobilidade; promover a economia social local (coesão social, actores sociais) e o empreendedorismo; e promover a inserção urbana da área crítica.
Estas duas entidades visam colaborar no sentido de desenvolverem uma operação de regeneração urbana que consagre uma visão integrada e coerente daquele espaço, amplie a oferta de equipamentos e fomente uma qualificação do ambiente urbano e dos factores da qualidade de vida da população.
Para o estabelecimento do Programa de Acção “Zambujal Melhora”, a Autarquia aprovou ainda a minuta do protocolo de parceria local, a estabelecer com o IHRU e a Escola Intercultural das Profissões e do Desporto, E.M., que define os termos da execução, gestão, controlo e promoção daquele Programa, que é constituído por três eixos: habitação, ambiente e espaço público, e desenvolvimento social e económico.
O Programa “Zambujal Melhora” tem como objectivos promover a reabilitação dos edifícios habitacionais, de forma a repor as condições de habitabilidade e melhorar os níveis de conforto; melhorar a qualidade ambiental do bairro, através da criação de uma estrutura verde; melhorar o ambiente urbano, reordenando-o, melhorando as acessibilidades e a mobilidade; promover a economia social local (coesão social, actores sociais) e o empreendedorismo; e promover a inserção urbana da área crítica.
domingo, 4 de maio de 2008
domingo, 27 de abril de 2008
PARABÉNS


"A PARTILHA" faz hoje 4 ANOS ! Embora só tenha sido publicamente oficializada há 3 anos, conforme consta na placa identificativa que hoje mesmo foi colocada. Numa breve mas significativa sessão, tomaram palavra os membros da direcção e a sua Presidente, Felicidade Nunes. Convidada especial, a Drª Isabel Ruas, do gabinete responsável pelo Associativismo, da Câmara Municipal da Amadora, fez uma interessante apresentação sobre o Associativismo e a sua importância primordial no desenvolvimento humano, no concelho da Amadora. Sofia Pinto, membro da direcção e moradora no bairro do Zambujal, foi outra ordadora - 'trazendo consigo' Fernando Pessoa e o poema Mar Salgado. A escriba deste post dedicou breves palavras ao 'espírito solidário' como filosofia de vida versus atitude egoísta de existir. Sublinhou ainda a capacidade e atitude da presidente de "A PARTILHA" para, com luminoso sorriso e positivismo, vencer os obstáculos em prol da comunidade a que passou a dedicar a sua vida através da Associação de Moradores do Bairro do Zambujal. Na sala repleta de moradores, estiveram o Sr. Padre Bernardo, da Paróquia da Buraca, o Sr. Padre Matias, dos Irmãoes da Consolata, bem como Irmãs da mesma Congregação religiosa que amparam moral e religiosamente os moradores do bairro. Presente esteve também, acolhida por muitas palmas, a Srª Engª Rute, responsável pela gestão do Ambiente e Espaços Verdes da Junta de Freguesia da Buraca. Após o descerrar da placa, pela Drª Isabel Ruas e Engª Rute, houve um agradável lanche onde não faltou o tradicional (lindo e bom) bolo de aniversário.sexta-feira, 11 de abril de 2008
MAIS ATELIERS DA PÁSCOA 2008


Numa parceria com o CESIS "Escolhas" - Projecto Percursos Acompanhados, também criámos Sombras Chinesas, sobre a temática da Semana da Água.
No fim houve uma pequena apresentação junto dos associados de "A PARTILHA".
sexta-feira, 28 de março de 2008
ATELIERS DA PÁSCOA
Nas férias da Páscoa realizámos actividades, que designámos de Atelier da Páscoa.
Um grupo de crianças, orientado pela nossa técnica Dra. Sandra Saraiva, pintou ovos e criou os tradicionais coelhos da Páscoa, num ambiente de muito entusiasmo e animação.
Um grupo de crianças, orientado pela nossa técnica Dra. Sandra Saraiva, pintou ovos e criou os tradicionais coelhos da Páscoa, num ambiente de muito entusiasmo e animação.
sábado, 15 de março de 2008
ECOZAMBUJAL SIM, OBRIGADO










Às 8.30h de 14 de Março de 2008 começaram a chegar as camionetas da Junta de Freguesia, com as árvores para plantar nos canteiros há muito vazios e tristonhos (será mesmo inveja que senti ao ver plantar 1 Jacarandá? - coisa feia a inveja...). Canteiros e muretes pintadinhos, rua fechada com as barreiras metálicas trazidas também pela Junta de Freguesia.
Num abrir e fechar d' olhos, a rua calma ficou cheia de bulício. Um corre-corre de miúdos, graúdos, tintas, pincéis, desenhos para 'fotopintar' nos muros brancos.
Cada associação da Comissão Social pintou o 'seu pedaço de muro'.
Até o padre Matias, dos Irmãos da Consolata, pintou como se pode ver nas fotos (em cima duma cadeira).
A AFID, a CESIS, a SIRUCA (Pastoral dos Ciganos), a Sta. Casa da Miseridória (Sta. Clara e S. Fracisco d'Assis), A PARTILHA e mais.
A educação ambiental começou, finalmente, no bairro do Zambujal !
Num abrir e fechar d' olhos, a rua calma ficou cheia de bulício. Um corre-corre de miúdos, graúdos, tintas, pincéis, desenhos para 'fotopintar' nos muros brancos.
Cada associação da Comissão Social pintou o 'seu pedaço de muro'.
Até o padre Matias, dos Irmãos da Consolata, pintou como se pode ver nas fotos (em cima duma cadeira).
A AFID, a CESIS, a SIRUCA (Pastoral dos Ciganos), a Sta. Casa da Miseridória (Sta. Clara e S. Fracisco d'Assis), A PARTILHA e mais.
A educação ambiental começou, finalmente, no bairro do Zambujal !
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